No cooperativismo, sustentabilidade não é acabamento. É consequência de viver os princípios.
Na reunião de planejamento do próximo ano, alguém sugere:
“Precisamos fazer um projeto de sustentabilidade este ano.”
Eu gosto muito de projetos. Mas deixa eu usar uma imagem simples:
Imagine um bolo. A cobertura é importante, claro. Só que é a massa que sustenta, alimenta e dá forma.
No cooperativismo, sustentabilidade é mais massa do que cobertura: Menos algo que se coloca por cima, mais algo que nasce do dia a dia, nas escolhas, na participação e na coerência com os princípios.
E é aí que o cooperativismo chama atenção: ele já nasceu com essa “massa” bem definida.
Antes de sustentabilidade virar tendência e ganhar as páginas dos relatórios, o cooperativismo já carregava essa lógica na sua estrutura. A experiência de Rochdale, na Inglaterra (1844) — considerada um marco do cooperativismo moderno — já trazia essa essência na prática.
Explico melhor a seguir. Vamos juntos:
